terça-feira, 28 de maio de 2013

Saiba como usar este poderoso exterminador de ameaças ao seu computador! Como Usar ComboFix .

Como Usar ComboFix

Mesmo utilizando várias medidas de proteção como antivírus, antispyware, firewalls e muitas outras, nem sempre estaremos protegidos contra as ameaças que rondam a internet e os pendrives. Por isso, é importante ter um programa que acaba com tudo o que pode prejudicar o seu computador. O ComboFix é um destes exterminadores de malwares, ou seja, tudo o que pode prejudicar sua máquina, desde trojans, vírus, spywares e outras formas.

Contudo, o ComboFix não é um programa simples de se usar. Apesar da interface rudimentar, o programa é poderosíssimo e promete acabar com o que sonhar em fazer mal aos seus dados e arquivos. É preciso fazer backups e pontos de restauração do seu Windows antes de rodar o ComboFix. Para fazê-lo, acesse Iniciar > Programas > Acessórios > Ferramentas do Sistema > Restauração do Sistema; e depois repita este caminho, mas clique em Status e Configurações de Backup para garantir ambas as recuperações estarão disponíveis caso aconteça alguma coisa durante a varredura do ComboFix.
Depois que garantir um ponto de retorno e backups caso algo dê errado, é hora de instalar e rodar o ComboFix. Primeiro de tudo, ele fará uma atualização do software, nesta versão não aparecerá a tela de contrato no prompt do aplicativo – caso você deseje manter a versão antiga, deverá teclar 1 ou 2 se concordar ou não com os termos de uso do contrato do ComboFix. Para aceitar tecle 1 e depois “Enter”, para recusar, tecle 2 e “Enter”. Ao recusar o contrato, o programa se fechará automaticamente.

Quando o programa já estiver rodando, fará uma primeira varredura para encontrar arquivos maliciosos que podem prejudicar o funcionamento do seu sistema. Enquanto o ComboFix estiver procurando por vírus e outras formas de ameaça, seu computador será automaticamente desconectado da internet e qualquer outro aplicativo que não seja o próprio ComboFix deverá ser fechado, do contrário o programa fará isto sem nenhum aviso. Portanto, lembre-se de fechar e salvar seus documentos antes de rodar este programa.
Enquanto o ComboFix estiver vasculhando seu computador atrás de infecções e qualquer forma maliciosa, deixe que ele trabalhe sem qualquer interferência, ou seja, não abra nenhum programa ou execute qualquer tarefa enquanto o seu ComboFix estiver trabalhando. O processo pode demorar de acordo com o estado de infecção em que o seu computador se encontra. Se não houver muitos arquivos infectados, o tempo para o scan não deve demorar muito. Mas se por acaso o seu computador estiver muito infectado, o ComboFix pode demorar mais do que 20 minutos para encontrar e limpar os problemas.

Dependendo do tipo de vírus, pode aparecer a famosa tela azul de erro do Windows. Se por acaso isso acontecer, não entre em pânico. Reinicie seu computador no modo de segurança. Para fazer isso, logo que a tela do computador for preenchida com alguma coisa, tecle F8 e selecione o modo de segurança simples, sem nenhum tipo de conexão. Desta maneira o ComboFix estará sendo executado em um ambiente sem interferência de outras coisas como autoloaders e outros programas que iniciam sozinhos.

Siga normalmente, e deixe que o ComboFix continue a procurar por ameaças. Em média ele completará em torno de 48 tarefas durante a vistoria do seu computador. Quando tudo terminar, o programa produzirá um relatório com tudo o que foi encontrado no seu computador. Enquanto o ComboFix produz este relatório é normal que os seus ícones da área de trabalho sumam, novamente, não se desespere, eles voltarão assim como o seu relógio – que estará de volta do jeito que era antes.
Clique na imagem para ampliar.
Como o programa desconecta o seu computador da internet, ele deve devolvê-la normalmente. Mas, como tudo na vida, pode acontecer de a sua conexão não voltar automaticamente após o fechamento do ComboFix. Para resolver, clique com o botão direito no desenho dos dois monitores que ficam logo ao lado do seu relógio. Selecione a opção “Diagnosticar e reparar” para verificar o que aconteceu e restabelecê-la. Assim, o próprio Windows vai procurar qual é o problema e logo devolver a sua conexão.
Voltando ao relatório que o ComboFix produziu, você poderá saber um pouco mais sobre o que foi feito no seu computador colocando este resultado em um fórum para obter ajuda de especialistas no assunto. Um destes fóruns é o da página da Dell - clique aqui para acessar.

Cadastre-se no site para poder acessar os fóruns e obter vários tipos de ajuda. Infelizmente, todas as informações deste site estão em inglês e o seu tópico com o relatório também deverá estar neste idioma. Depois que você postar o seu log (ou relatório) um assistente irá auxiliá-lo na interpretação.
Isto não é uma ação imediata, ou seja, pode demorar alguns dias até que seu relatório seja analisado.
E se por um acaso o seu ComboFix danificar o Windows, restaure o seu sistema utilizando o ponto de retorno criado anteriormente. Lembrando que se não for possível recuperar desta maneira, procure ajuda especializada e explique o acontecido.

Este aplicativo pode remover boa parte das pragas que estão infectando seu computador. Faça um teste!
Clique aqui para baixar = http://www.baixaki.com.br/download/combofix.htm

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/1241-como-usar-combofix.htm#ixzz2UbXzr4t9

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Quando comprar um computador novo?

Através de um infográfico você analisa se você deve ou não comprar um eletrônico novo.
 Faça o teste:


Para ver o infográfico em tela cheia clique aqui.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

5G será até 1.000 vezes melhor que 4G.


Aposta pesquisador britânico.

Rahim Tafazolli, diretor que lidera os primeiros experimentos sobre o futuro da banda larga móvel, fala com exclusividade ao Olhar Digital.


Rafael Cabral, de Londres

Enquanto a tecnologia 4Gchega ao Brasil acompanhada de limitações, a Universidade de Surrey, na Inglaterra, já conta com um avançado centro de pesquisas no qual especialistas trabalham nos padrões da próxima geração da internet móvel, o futuro 5G.

Trata-se de um investimento estratégico do governo inglês, em parceria com importantes empresas do setor, para acelerar o desenvolvimento da tecnologia e, com isso, levar o país ao topo do mercado de banda larga móvel. “Nosso projeto se destaca por ser uma iniciativa de larga escala, voltada à pesquisa e ao desenvolvimento do sistema como um todo, além de contarmos com fortes parceiros no lado da indústria”, garante o engenheiro Rahim Tafazolli, diretor do centro de pesquisa sobre o 5G da Universidade de Surrey, em entrevista exclusiva ao Olhar Digital.
De acordo com ele, um terço do projeto está sendo bancado pelo governo britânico por meio do UK Research Partnership Investiment Fund (UKRPIF), enquanto o restante do investimento vem de um consórcio formado por grandes companhias globais (Telefónica, Fujitsu, Rohde-Schwarz, Internacional AIRCOM, Huawei e Samsung).
Com um aporte de 35 milhões de libras no final do ano passado (R$ 110 milhões), o centro pretende acelerar a pesquisa e a concretização dos padrões. Até o final de 2013, a expectativa é lançar um campo de testes para os experimentos no pós-4G e 5G, área que abrangerá 4 km quadrados, com velocidade acima de 1 Gbit/segundo em cada célula. O local poderá ser usado por estudantes, pesquisadores e pelas próprias empresas financiadoras.

Maquete das futuras instalações do Centro, em Surrey
Reprodução
Tafazolli esclarece que o grande objetivo do 5G não é necessariamente aumentar a velocidade da conexão (ainda sem previsões de números), mas criar melhorias no sistema como um todo que, por sua vez, se reverterão em uma experiência mais fluida de navegação para o usuário. “A velocidade não é a maior questão a ser resolvida, mas sim alguns problemas estruturais. Estamos voltados a criar melhor utilização do espectro de rádio e melhor aproveitamento de energia no sistema. Isso deve gerar redes de alta capacidade que sejam 1.000 vezes melhores que o atual 4G”, aposta.
Quando concretizada, a nova tecnologia deverá transformar radicalmente a experiência do usuário da internet móvel, gerando uma comunicação que passará a ser mais visual (conversas em vídeo em vez de áudio); uma rede de alta capacidade e totalmente ubíqua (disponível em todos os lugares); e que abra caminho para a implantação efetiva da chamada internet das coisas (máquinas e objetos conectados). No entanto, isso não deve acontecer tão cedo: as previsões mais otimistas são de que a tecnologia chegue ao mercado por volta de 2020.
5G Innovation Centre (Centro de inovação em 5G) está ativo há dois anos, já envolve mais de 40 pesquisadores e em breve ganhará instalações mais sofisticadas.  Trata-se do mais ambicioso projeto em todo o mundo direcionado a concretizar a quinta geração da banda larga móvel. “Estamos trabalhando em todas as etapas do desenvolvimento do 5G, em todo o sistema - o desenvolvimento da arquitetura da rede, a estrutura do acesso via rádio, rede sem fio e também na investigação das pequenas células (femtocells). O projeto de Surrey está focado no desenvolvimento de várias dessas tecnologias e em garantir que possamos ter a propriedade intelectual dos padrões e ajudar a implantá-los mais rapidamente do que o esperado", afirma o líder do centro.

O assunto tem enorme importância econômica - a própria União Europeia anunciou investimentos de 50 milhões de euros (R$ 130 milhões) no início do ano para impulsionar diversos projetos focados no 5G, assunto de uma outra matéria publicada pelo Olhar Digital. (Confira aqui.)
Segundo Mike Short, presidente da Institution of Engineering and Technology (Instituição de Engenharia e Tecnologia) e vice-presidente de assuntos públicos da Telefónica Europa, umas das empresas financiadoras do projeto, “o 5G trará ainda mais capacidade, mais espectro e mais velocidade". Para o usuário, diz ele, isso se traduz em mais comodidade e em um novo sentido de conectividade, com a internet se tornando parte ainda mais integral de nossas vidas. “Será uma rede de ultra banda larga completamente disponível em qualquer lugar e a qualquer hora”, prevê o executivo. (Veja a entrevista completa.)

Ilustração com os destaques do 5G, por André Paulista:

Reprodução 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Celulares piratas serão bloqueados pelas operadoras; aprenda a identificar esses aparelhos.


bloqueio de celulares considerados piratas, sem homologação da Anatel, está previsto para começar em 2014. Como esses aparelhos deixarão de funcionar, é importante aprender a identificar os modelos "xing-ling" – no ano passado, eles somaram 12,7% de todo o mercado nacional, segundo a consultoria Strategy Analytics.

COMO VER SE UM CELULAR É PIRATA

- Checar selo e numeração da Anatel
- Testar recursos e sistema operacional
- Verificar personalização da embalagem
- Observar qualidade do acabamento
Carlos Lauria,  vice-diretor do grupo de celulares da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica),  aponta que o primeiro passo para identificar um smartphone falso é checar o selo ou código da Anatel. "Todos os aparelhos legais possuem o selo da agência reguladora, logotipo ou número de certificação." Com a numeração em mãos, o usuário pode pesquisar o código no próprio site da Anatel, verificando assim sua legalidade.
Uma visita da reportagem a um centro comercial de São Paulo, famoso por vender celulares piratas, não encontrou nenhum smartphone falso com as informações da Anatel. 
  • Selo da Anatel aparece na bateria (dir.), e código está na parte branca do interior do aparelho original 
Caso ainda reste alguma dúvida ou não seja possível verificar o selo, o usuário deve prestar atenção nas características físicas. De acordo com Lauria, até as embalagens são alertas. "Os celulares ilegais geralmente usam caixas genéricas, que servem para qualquer aparelho", conta.
Durante a visita realizada pela reportagem, diversos aparelhos foram oferecidos em uma caixa completamente branca, sem nenhuma informação. Em outros casos, a película do aparelho exibia diversas características inexistentes no produto, como câmera de 12 megapixels, sistema Android e TV digital. Questionada sobre os itens divulgados, a vendedora confirmou que nem sempre o produto oferece as funções estampadas.  
Com o smartphone na mão, é possível ver detalhes que desmascaram a cópia: nomes errados, acabamento ruim, acessórios genéricos ou de outras marcas, como a bateria ou o carregador. A reportagem encontrou, por exemplo, um Samsung Galaxy S III falso com uma bateria da marca Nokia.
Além dos acessórios, a equipe se deparou com "modelos" que não existem, como o G-S-Y SIII, que é produzido como se fosse da marca Samsung.
A falta de manual, ou em outra língua, também pode ser um indício de que o produto é irregular. Se o comerciante não oferecer garantia ou se recusar a emitir nota fiscal, o usuário deve ficar atento. Nenhuma loja visitada pela reportagem ofereceu garantia ou nota. Quando uma vendedora foi questionada sobre o que o usuário deveria fazer se o gadget desse problema, a resposta foi "jogar fora".
  • Na foto, feita em uma feira de "produtos alternativos", o smartphone pirata da Samsung possui uma bateria da marca Nokia. Além disso, o modelo "G-Y SIII" não existe na Samsung
Se o aparelho for idêntico ao original, outra possibilidade de avaliação é testar os recursos do gadget. Geralmente, segundo o vice-diretor da Abinee, os aparelhos falsos não cumprem o que prometem. "Já foram apreendidos celulares idênticos ao Nokia N8 [que possui o sistema Symbian] rodando Android. Ou então um smartphone que afirma possuir câmera de 13 megapixels e, na prática, possui apenas 1,3 megapixel", explica.
Uma cópia do Nokia Lumia 920, encontrado pela reportagem durante a visita, por exemplo, funciona com Android e não com o Windows Phone, presente no aparelho original.
  • À esquerda, uma cópia pirata do Lumia 920 encontrada em uma feira de itens alternativos -  o gadget vem com Android, enquanto o original possui Windows Phone. À direita, o produto original
Entenda a proibição 
Em março deste ano, a Anatel autorizou  as operadoras a instalarem a tecnologia que bloqueia os celulares piratas. O novo sistema das operadoras cruzará a lista de registros nacionais e estrangeiros para saber qual é autêntico. Caso seja pirata, o sistema decidirá, automaticamente, pelo bloqueio dos sinais. Entenda como será feito o bloqueio na reportagem da Folha de S.Paulo .
A Sinditelebrasil (sindicato que representa as operadoras de telefonia brasileiras),afirmou que os produtos importados, mas que não são homologados pela Anatel, não serão bloqueados como os piratas. A organização disse ainda que um sistema será criado para impedir que esses produtos sejam travados.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Bits e Bytes


Bits e bytes representam coisas diferentes, embora a semelhança dos nomes, especialmente nas abreviações, dê margem a confusões bastante comuns.
"Bit" é a forma reduzida de "BInary digiT", a menor unidade de informação que pode ser manipulada pelo computador. Oito bits formam um "Byte" - acrônimo de "BinarY TErm" - que pode corresponde a uma letra, número, sinal ou caractere que enviamos via teclado (ou através de outro dispositivo de entrada de dados e instruções, com base na tabela ASCII) quando operamos o computador.
Vale lembrar que, mesmo quando trabalhemos com textos, figuras, músicas e animações, o PC sempre interpreta as informações sob a forma de enormes conjuntos de zeros e uns (já que utiliza o sistema binário). Tudo que é carregado na memória, processado e armazenado em disco ou em mídia removível é representado dessa forma, desde letras, símbolos e algarismos até imagens, instruções e comandos operacionais. Isso talvez nos pareça estranho, mas é porque estamos mais habituados ao sistema decimal.
Qualquer grandeza decimal pode ser convertida para o sistema binário (e vice-versa). Para transformar um valor decimal em binário, basta dividí-lo por 2 sucessivas vezes, até chegar a 1 dividido por 2. Como qualquer número dividido por 2 sempre terá 0 ou 1 como resto, em cada etapa, sempre que a divisão for exata, você deve anotar 0 (zero); se sobrar "resto", você deve marcar 1. Ao final, é só ler os resultados "de baixo para cima". A título de ilustração, veja a seguinte correspondência de valores:

1 Byte = 8 bits
1 Kilobyte (ou KB) = 1024 bytes
1 Megabyte (ou MB) = 1024 kilobytes
1 Gigabyte (ou GB) = 1024 megabytes
1 Terabyte (ou TB) = 1024 gigabytes
1 Petabyte (ou PB) = 1024 terabytes
1 Exabyte (ou EB) = 1024 petabytes
1 Zettabyte (ou ZB) = 1024 exabytes
1 Yottabyte (ou YB) = 1024 zettabytes

Voltando agora ao que interessa, por uma questão de convenção, o bit e seus múltiplos (quilobitmegabitgigabit) são utilizados para expressar "velocidade" (de transferência de dados entre dois dispositivos computacionais), ao passo que o byte e seus múltiplos (quilobytemegabytegigabyte) expressam tamanho (de um arquivo, por exemplo) e capacidade (de armazenamento de dados, como nos módulos de memória, discos rígidos, etc.). Essas grandezas determinam também o "comprimento da palavra" do computador, ou seja, a quantidade de bits que o PC utiliza na composição das instruções internas (8 bits, palavra de 1 byte; 16 bits, palavra de 2 bytes; 32 bits, palavra de 4 bytes, e assim por diante), mas isso já é uma outra história.
Importante lembrar que valores expressos em bits devem ser grafadas com o "b" da sigla minúsculo (como em Mb, por exemplo), ao passo que os expressos em bytesdevem ser grafados com "B" maiúsculo (como em GB, por exemplo).
A propósito: o site "Dicas úteis do Cassão" (www.cassao.eti.br/) oferece, dentre outras informações interessantes, "tabelas dinâmicas" para conversão de bits para bytes (ida e volta) e de números decimais para binários (e vice-versa). Fica a sugestão.

Fonte:  

Técnico em manutenção ou técnico em formatação? Qual deles você prefere?




Em meu dia-a-dia sempre me deparo com pessoas que potencialmente podem se tornar meus clientes.

Obviamente, antes de começar o diagnóstico, deixo as informações claras ao clientes sobre o que será feito, como será feito, o tempo aproximado para conclusão do trabalho e o valores envolvidos.

Já não me admira quando algum potencial cliente "esperto" me dá a solução do problema, como num passe de mágica: "acho que vai ter que formatar né". A maioria das pessoas mal sabe o que é formatar, mas de tanto ouvirem os "técnicos em formatação" darem somente essa solução para os problemas já cospem essa palavra antes mesmo de pensarem.

Como diria o meu velho professor do curso técnico em hardware (e isso há uns 10 anos atrás hein): "Já não se fazem técnicos como antigamente". Os "técnicos em formatação" veem um atalho para ganhar seus trocados de maneira fácil, muitos nem perdem tempo de pelo menos examinar o sistema mais a fundo. Já vão com aquele pensamento de que "se demorar muito eu nem vou perder tempo, já trago pra formatar". Isso sem contar daqueles que "formatam" o HD do cliente, levando junto suas preciosas fotos das viagens, seus documentos de trabalho, petições, requerimentos, etc.

Em um de meus últimos atendimentos, trabalhei duro. Foram 8 horas de trabalho em um dia, e para terminar de realizar os procedimentos necessários no dia seguinte foram mais 3 horas. E, pasmem, sem precisar formatar o computador!!!

Agora façam as contas. Multipliquem o total das horas por R$50 e vejam o valor. Será que um "técnico em formatação" cobraria esse valor? Acho que não. Já um técnico em manutenção...

Fonte: Claudio R. E. Boaventura

terça-feira, 9 de abril de 2013

DIFERENÇAS ENTRE HARDWARE E SOFTWARE.


OLÁ PESSOAL! CHEGA DE SE ENROLAR NA HORA DA PROVA COM AS DIFERENÇAS ENTRE HARDWARE E SOFTWARE…

HARDWARE: PARTE FÍSICA DO COMPUTADOR, OU SEJA, PEÇAS, CHIPS, PLACAS.

SOFTWARE É A PARTE LÓGICA DO COMPUTADOR, OU SEJA, AQUILO QUE PODE-SE APENAS COMPREEENDER: OS PROGRAMAS.

Lembre-se da velha pegadinha de informática:
“Software é o que você xinga, e Hardware o que você chuta”!
Até mais!

ESCRITO POR ANAPS


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